Desratização Rio de Janeiro

Desratização Rio de Janeiro.

Conheça sobre nosso serviço de Desratização no Rio de Janeiro

Por se tratar de uma pratica executada desde as antiguidades, o controle de roedores ainda tende a ser tratado como algo “caseiro”. O uso indiscriminado de agrotóxicos, como o chumbinho, não só trazem risco ao seu lar, como também costumam não trazer os resultados desejados. Estes produtos não possuem registro na ANVISA, e seu uso está associado em grande escala à registros de assassinato, suicídios e mortes por intoxicação acidental.

O chumbinho, apesar causar a morte, raramente é capaz de controlar uma infestação de roedores. Estudos mostram que normalmente são os ratos mais velhos e os mais fracos os primeiros a experimentar o “alimento suspeito”, e com a morte quase instantânea destes, os outros roedores passam a rechaçar o chumbinho. Além disso, ao eliminar apenas um pequeno pedaço da população, rapidamente pode haver um “boom populacional” no local pela disputa do “território” que ficou vago. Desta forma, em vez de resolver o problema, estes produtos ilegais podem até aumentar a população de roedores em curto prazo.

O controle efetivo de roedores só é obtido por empresas sérias e licenciadas, que não só utilizam rodenticidas (comumente conhecidos como raticidas) legais perante a ANVISA, como orientam os clientes sobre as medidas corretivas e preventivas necessárias para a falência da infestação em seu imóvel.

Os raticidas modernos, diferentemente do chumbinho e seus similares, não matam instantaneamente os roedores. Decorrido alguns dias, eles vão sim morrer, mas esta demora faz com que o resto da população não evite a isca, e também venha a consumir-la e sucumbir. Também devemos ressaltar que os raticidas modernos utilizados, além de muito mais eficientes e seguros, chegam a ser tão ou mais atrativas que outras ofertas de alimento no local.

Mesmo sendo muito seguros, os raticidas possuem potencial para causar acidentes com crianças e animais domésticos, por isso a forma e local onde são instalados é de suma importância. Os mesmos devem ser instalados em locais ocultos, serem apropriadamente fixados ou colocados em dispositivos próprios para esse uso.

Por ultimo, temos que lembrar que toda a cidade do Rio de Janeiro está infestada por ratos. Vários imóveis, assim como as redes de esgoto e águas pluviais servem como fonte e veiculo constantes e permanentes de novas infestações destas pragas. É vital que a empresa responsável pela desratização oriente o cliente sobre como evitar o acesso, abrigo e alimentação desta praga. Isto mitigará as chances de uma nova infestação se instalar, mas não isenta da possibilidade, sendo que o ideal para maximizar sua proteção o constante monitoramento de novos focos pela empresa de desratização, resultando assim na eliminação precoce de qualquer possível transtorno causado por roedores seu imóvel.

 

Descupinização
Os conhecidos como cupins de madeira seca (gênero Cryptotermes), são facilmente reconhecidos em nossas residências por aquele “pozinho”, neste caso na verdade grânulos, que jogam fora por orifícios que fazem no madeiramento infestado. Cabe ressaltar que há outros insetos xilófagos, cujas larvas que possuem o mesmo hábito, mas o tratamento deles é similar ao do Cryptotermes. VEJA+

Desinsetização
O termo dedetização é utilizado genericamente para a designação do combate a animais sinantrópicos, que engloba dentre muitos outros as ratos, baratas, carrapatos, lacrais, pulga, aranhas. Este nome surgiu baseado no DDT (sigla de Dicloro-Difenil-Tricloroetano), que foi o primeiro pesticida moderno utilizado em larga escala. VEJA+

Dedetização
Os municípios de Niterói e São Gonçalo estão em franca expansão. A cidade de Niterói é um dos principais centros financeiros, comerciais e industriais do Rio de Janeiro, e São Gonçalo já é o segundo município mais populoso do Estado (16° do País). Neste estagio do processo de desenvolvimento, em relação à infestações, os municípios tendem à estar sujeitos tanto aos efeitos da vegetação nativa que vem sendo substituída, quanto a ação da urbanização. VEJA+